
Já sabem, se me quiserem pedir qualquer coisa, ofereçam-me chocolate deste.
E agora só para ficarem com àgua na boca, vou deixar-vos o site deste lindo pedaço de chocolate.
Muahmahaha


Comentário:
Esta é uma leitura, definitivamente, fantástica e bastante motivante. É um livro que nos conduz a uma sensibilidade imensa e que nos transporta a uma dimensão fantástica sobre dois amigos que se desencontram na vida para se encontrarem em dois mundos distintos e opostos. É um relato humano e vivêncial de sentimentos que se encontram na essência das palavras emotivas de uma relação única e verdadeiramente eterna. Este livro é emocionante e portanto, recomendo-o a toda a gente. Confesso que não sou grande leitor e que este livro me prendeu desde o primeiro instante. Uma relação intensa relatada por uma autora que se assume cada vez mais como um vulto da Língua Portuguesa. Deixo-vos portanto, só com um cheirinho daquilo que podem ler e apreciar neste livro fantástico.
"Prefiro esquecer, esquecer-te até se preciso for, para viver como tu vivias, apreciando cada momento - sobretudo os dolorosos, pela lucidez que trazem como bónus - desta tão precária maravilha a que chamamos existência. Tantas vezes te aconselhei as virtudes do silêncio. Queria calar-te para te proteger, sim. Há poucas pessoas apetrechadas para a verdade - mesmo nós, quantas vezes não fechámos à chave umas verdadezitas mais cortantes para não nos magoarmos? Creio que me fazes - schiuuu! - assim, com uma vagar de embalo, sempre que a voz da minha consciência ( seja lá isso o que for) sobe o tom para me acusar pelo que não te dei. Creio sem crer, como um condenado. Afinal de contas, não tenho nada a perder. Mesmo que os anjos não existam, as asas com que te vejo, sentada na beira da minha cama, do cume enlouquecendo da minha insónia, ficam-te melhor do que todas as toilettes. Esforço a imaginação, estendo-a até aos teus dedos, mas não consigo mais do que um ligeiro raçagar de asas. São lençóis que agito, bem sei - mas não me concederás a graça de transformar a fímbria do meu lençol na ponta dos teus dedos?"



Comentário:
Este é um filme que nos deixa menos desiludidos que qualquer outro do género que tenhamos visto ultimamente. Como todos sabemos, os filmes de Terror estão a passar por uma fase menos positiva, e o único material potencialmente favorável é aquele que aponta armas e bagagens para a abordagem a assuntos do quotidiano.
Neste filme, uma jovem luta contra o sobrenatural, o que transcede a força humana, procurando interpretar e rever na sua luta uma forma de compreender o seu passado.
Odette Yustman, que interpreta positivamente a personagem Casey, dá bastante fulgor a um filme com bons momentos de terror e algum suspense, funcionando no seu conjunto.
O ponto menos positivo revela-se no facto de ser um filme manifestamente previsivel, sem grandes capacidades de nos deixar numa verdadeira incógnita até ao final.
Pontuação: 5.5/10














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